Confissões: É, Chico, ele meteu na cabeça que não me ver será melhor. Não sei,...
É, Chico, ele meteu na cabeça que não me ver será melhor. Não sei, amigo. Sinceramente, não sei d’onde aquele rapaz tirou tamanha asneira. Estávamos bem – ou eu pensava que estávamos –, d’uma hora pra outra ele me olhou entranho e disse que era melhor ir e talvez, nem voltar. Ah, Chico, Nós…
Confissões: É, Chico, ele meteu na cabeça que não me ver será melhor. Não sei,...
É, Chico, ele meteu na cabeça que não me ver será melhor. Não sei, amigo. Sinceramente, não sei d’onde aquele rapaz tirou tamanha asneira. Estávamos bem – ou eu pensava que estávamos –, d’uma hora pra outra ele me olhou entranho e disse que era melhor ir e talvez, nem voltar. Ah, Chico, Nós…
eu queria te contar todos os meus segredos,mas voce se tornou um deles.
Charles Chaplin
“Qualquer dia desses eu saio sem destino, sento debaixo de uma árvore qualquer, com uma paisagem agradável. Vou escrever sobre você, sobre nós, sobre o que você significa pra mim. Vou te gravar em mim. Vou te gravar em mim para que em hipótese alguma eu me esqueça de você e o quão bem você me faz. Que eu não me esqueça de tudo o que aprendi com você, e todos os sorrisos que eu dei por você, com você. E te peço, me grave em você, pode ser como música, como lembrança, como uma carta… Mas me grave, e de maneira alguma me deixe desaparecer, pode me guardar num cantinho do seu coração, mas de nenhuma maneira me deixa ir embora.— (umapequenapoeta)
br>“Qualquer dia desses eu saio sem destino, sento debaixo de uma árvore qualquer, com uma paisagem agradável. Vou escrever sobre você, sobre nós, sobre o que você significa pra mim. Vou te gravar em mim. Vou te gravar em mim para que em hipótese alguma eu me esqueça de você e o quão bem você me faz. Que eu não me esqueça de tudo o que aprendi com você, e todos os sorrisos que eu dei por você, com você. E te peço, me grave em você, pode ser como música, como lembrança, como uma carta… Mas me grave, e de maneira alguma me deixe desaparecer, pode me guardar num cantinho do seu coração, mas de nenhuma maneira me deixa ir embora.— (umapequenapoeta)
br>“E eu não sei pedir. Meu Deus, eu não sei pedir ajuda. Nunca gostei de depender dos outros. E tem mais: não consigo dizer eu-preciso-de-você-agora. Sei que é simples, mas não sai. Algo me trava, a voz não sai. Tenho um orgulho que não me deixa. Acho que tenho que ser a fortona do pedaço, que consigo me reconstruir, me levantar sem dar a mão para ninguém. Não gosto de admitir nem assumir fraquezas nem de demonstrar a minha própria fragilidade. As pessoas fazem SOS a todo instante. Choram, pedem, imploram, suplicam. Não consigo. Para mim isso é traição. Não consigo chegar para a outra pessoa e falar tô-acabada-tô-precisando-não-vou-conseguir-sozinha. Sinto um terror só de pensar.— Clarissa Corrêa. (via poetas-suicidas)
br>“E eu não sei pedir. Meu Deus, eu não sei pedir ajuda. Nunca gostei de depender dos outros. E tem mais: não consigo dizer eu-preciso-de-você-agora. Sei que é simples, mas não sai. Algo me trava, a voz não sai. Tenho um orgulho que não me deixa. Acho que tenho que ser a fortona do pedaço, que consigo me reconstruir, me levantar sem dar a mão para ninguém. Não gosto de admitir nem assumir fraquezas nem de demonstrar a minha própria fragilidade. As pessoas fazem SOS a todo instante. Choram, pedem, imploram, suplicam. Não consigo. Para mim isso é traição. Não consigo chegar para a outra pessoa e falar tô-acabada-tô-precisando-não-vou-conseguir-sozinha. Sinto um terror só de pensar.— Clarissa Corrêa. (via poetas-suicidas)
br>” Você sumiu. ” Disse alguém que sabia onde me encontrar.
br>” Você sumiu. ” Disse alguém que sabia onde me encontrar.
br>